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2016-06-08
Agentes biológicos: um exército em defesa do agricultor
 
 

O estabelecimento de programas efetivos e sustentáveis para o manejo de pragas é o principal desafio enfrentado pelos agricultores. A integração de táticas de controle é a forma mais assertiva para a otimização dos resultados em campo. Diante disso, estratégias que outrora foram deixadas de lado, hoje são consideradas como opção viável e prioritária para compor programas de MIP. O controle biológico aplicado através do uso de macrobiológicos (predadores e parasitóides) tem atraído a atenção dos agricultores, no mundo todo, devido à eficiência já comprovada em diferentes cultivos.


Aplicação de ácaros predadores em plantas ornamentais. Método rápido e fácil, que tem sido adotado por agricultores no mundo todo. Foto: PROMIP
 

“A utilização de agentes de controle biológico de pragas, incluindo os ácaros predadores, tem aumentado no Brasil”, diz o Dr. Raphael de Campos Castilho, professor do Departamento de Fitossanidade da Universidade Estadual Paulista (UNESP) de Jaboticabal/SP.
 

De acordo com Castilho, atualmente são comercializadas, em diversos países, cerca de 20 espécies de ácaros predadores para o manejo de diferentes pragas, tais como ácaro rajado, mosca branca, tripes e algumas larvas de moscas, porém, são necessárias mais pesquisas para que novas espécies “úteis” ao controle biológico sejam descobertas. “O grupo desses ácaros predadores possui mais de 10 mil espécies descritas, mas estima-se um número dez vezes maior de espécies desse grupo que precisam ser descobertas, principalmente no Brasil, onde essa diversidade é muito grande e o conhecimento incipiente”, diz.
 

A PROMIP é pioneira na produção e comercialização de predadores no Brasil. “A empresa possui três produtos biológicos contendo ácaros predadores, Neoseiulus californicus (Neomip Max) e Phytoseiulus macropilis (Macromip Max) para o combate do ácaro rajado (Tetranychus urticae), uma praga de extrema importância em diversas culturas, e Stratiolaelaps scimitus (Stratiomip), que é um ácaro predador edáfico, ou seja, que vive no solo, para o controle de larvas de fungus gnats, que é uma mosca que vem trazendo muitos problemas para os agricultores, principalmente nas áreas de cultivo protegido”, comenta o Engenheiro Agrônomo Michel Nessrallah, Gerente Comercial da PROMIP. Além desses produtos, a empresa tem desenvolvido outras espécies de predadores e parasitóides, cujos lançamentos estão programados para 2016/2018. “Nossa Biofábrica produz um verdadeiro exército de agentes benéficos que lutam ao lado do agricultor em defesa de sua lavoura”, completa Nessrallah.
 

Segundo Castilho, em diversos países da Europa essa ferramenta é utilizada com sucesso por muitos agricultores, com resultados expressivos em campo. No Brasil “os agricultores precisam estar dispostos para mudar essa cultura de utilização exclusiva dos produtos químicos, adicionando a alternativa dos ácaros predadores no controle de suas pragas-alvo, inclusive em associação com produtos químicos seletivos, ou seja, que não matem esses inimigos naturais”, diz Castilho. Os agricultores que têm adotado os ácaros predadores, conforme destaca o professor, têm comprovado seus benefícios, com uma eficácia muito boa no controle de insetos e ácaros em muitas culturas.
 

A produção de plantas ornamentais, tal como todas as outras culturas, está sujeita a uma série de doenças causadas por bactérias, fungos, vírus e nematoides que podem resultar em pequenas perdas ou mesmo constituir fator limitante a uma determinada cultura. Os ataques de pragas tiram o vigor da planta, diminuem a sua beleza (efeito cosmético) e, em casos extremos, podem provocar a morte.
 

Os produtores de mudas e rosas, Heitor Dezanetti e Luis Barbosa utilizam predadores da PROMIP para o controle de pragas em sua propriedade em Andradas/MG há três anos. Para Dezanetti, este é o momento do controle biológico de pragas. “O século 20 foi o século do controle químico, mas o 21 é do controle biológico, nada melhor do que trabalhar com antagonistas”, afirma. O produtor reitera que o controle biológico é uma ferramenta atrativa e eficiente principalmente pelo desempenho que o predador apresenta em campo.


“O predador está sempre atento, ele compreende o seu papel ali. Ele está a todo tempo em busca do alimento, ou seja, a praga, onde ele possa se alimentar e/ou parasitar, diferente do produtor, que não está 24 horas presente, não é tão eficiente”, explica. Segundo Luis Barbosa, a implantação do controle biológico de pragas é um desafio em conjunto, ainda são utilizados agroquímicos na propriedade pois há a necessidade do controle de outras pragas, porém, os resultados do uso do ácaro predador Stratiolaelaps scimitus (Stratiomip) são positivos”. O uso dos predadores tem obtido sucesso contra os ácaros que atacam as flores, temos que ficar atento com os pesticidas que usamos para não matar o predador. Há outras pragas que precisam ser alcançadas, que ficam localizadas dentro dos botões, é preciso de mais pesquisas para controlar também estas”, diz.

 

Castilho enfatiza que as pesquisas para o desenvolvimento de novas ferramentas biológicas de controle têm aumentado cada vez mais. Para isso o apoio das agências de fomento à pesquisa científica e tecnológica do país, como FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) e CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) tem sido muito importante. “A tendência é que o controle biológico seja uma alternativa cada vez mais necessária e usada pelos agricultores. Com certeza, podemos afirmar que é a vez do controle biológico de pragas no Brasil”, finaliza.

 


Matéria exclusiva publicada pelo Portal Promip em 08 de junho de 2016.

 

 
 
 
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Agentes biológicos: um exército em defesa do agricultor
2016-06-08

O estabelecimento de programas efetivos e sustentáveis para o manejo de pragas é o principal desafio enfrentado pelos agricultores. A integração de táticas de controle é a forma mais assertiva para a otimização dos resultados em campo. Diante disso, estratégias que outrora foram deixadas de lado, hoje são consideradas como opção viável e prioritária para compor programas de MIP. O controle biológico aplicado através do uso de macrobiológicos (predadores e parasitóides) tem atraído a atenção dos agricultores, no mundo todo, devido à eficiência já comprovada em diferentes cultivos.


Aplicação de ácaros predadores em plantas ornamentais. Método rápido e fácil, que tem sido adotado por agricultores no mundo todo. Foto: PROMIP
 

“A utilização de agentes de controle biológico de pragas, incluindo os ácaros predadores, tem aumentado no Brasil”, diz o Dr. Raphael de Campos Castilho, professor do Departamento de Fitossanidade da Universidade Estadual Paulista (UNESP) de Jaboticabal/SP.
 

De acordo com Castilho, atualmente são comercializadas, em diversos países, cerca de 20 espécies de ácaros predadores para o manejo de diferentes pragas, tais como ácaro rajado, mosca branca, tripes e algumas larvas de moscas, porém, são necessárias mais pesquisas para que novas espécies “úteis” ao controle biológico sejam descobertas. “O grupo desses ácaros predadores possui mais de 10 mil espécies descritas, mas estima-se um número dez vezes maior de espécies desse grupo que precisam ser descobertas, principalmente no Brasil, onde essa diversidade é muito grande e o conhecimento incipiente”, diz.
 

A PROMIP é pioneira na produção e comercialização de predadores no Brasil. “A empresa possui três produtos biológicos contendo ácaros predadores, Neoseiulus californicus (Neomip Max) e Phytoseiulus macropilis (Macromip Max) para o combate do ácaro rajado (Tetranychus urticae), uma praga de extrema importância em diversas culturas, e Stratiolaelaps scimitus (Stratiomip), que é um ácaro predador edáfico, ou seja, que vive no solo, para o controle de larvas de fungus gnats, que é uma mosca que vem trazendo muitos problemas para os agricultores, principalmente nas áreas de cultivo protegido”, comenta o Engenheiro Agrônomo Michel Nessrallah, Gerente Comercial da PROMIP. Além desses produtos, a empresa tem desenvolvido outras espécies de predadores e parasitóides, cujos lançamentos estão programados para 2016/2018. “Nossa Biofábrica produz um verdadeiro exército de agentes benéficos que lutam ao lado do agricultor em defesa de sua lavoura”, completa Nessrallah.
 

Segundo Castilho, em diversos países da Europa essa ferramenta é utilizada com sucesso por muitos agricultores, com resultados expressivos em campo. No Brasil “os agricultores precisam estar dispostos para mudar essa cultura de utilização exclusiva dos produtos químicos, adicionando a alternativa dos ácaros predadores no controle de suas pragas-alvo, inclusive em associação com produtos químicos seletivos, ou seja, que não matem esses inimigos naturais”, diz Castilho. Os agricultores que têm adotado os ácaros predadores, conforme destaca o professor, têm comprovado seus benefícios, com uma eficácia muito boa no controle de insetos e ácaros em muitas culturas.
 

A produção de plantas ornamentais, tal como todas as outras culturas, está sujeita a uma série de doenças causadas por bactérias, fungos, vírus e nematoides que podem resultar em pequenas perdas ou mesmo constituir fator limitante a uma determinada cultura. Os ataques de pragas tiram o vigor da planta, diminuem a sua beleza (efeito cosmético) e, em casos extremos, podem provocar a morte.
 

Os produtores de mudas e rosas, Heitor Dezanetti e Luis Barbosa utilizam predadores da PROMIP para o controle de pragas em sua propriedade em Andradas/MG há três anos. Para Dezanetti, este é o momento do controle biológico de pragas. “O século 20 foi o século do controle químico, mas o 21 é do controle biológico, nada melhor do que trabalhar com antagonistas”, afirma. O produtor reitera que o controle biológico é uma ferramenta atrativa e eficiente principalmente pelo desempenho que o predador apresenta em campo.


“O predador está sempre atento, ele compreende o seu papel ali. Ele está a todo tempo em busca do alimento, ou seja, a praga, onde ele possa se alimentar e/ou parasitar, diferente do produtor, que não está 24 horas presente, não é tão eficiente”, explica. Segundo Luis Barbosa, a implantação do controle biológico de pragas é um desafio em conjunto, ainda são utilizados agroquímicos na propriedade pois há a necessidade do controle de outras pragas, porém, os resultados do uso do ácaro predador Stratiolaelaps scimitus (Stratiomip) são positivos”. O uso dos predadores tem obtido sucesso contra os ácaros que atacam as flores, temos que ficar atento com os pesticidas que usamos para não matar o predador. Há outras pragas que precisam ser alcançadas, que ficam localizadas dentro dos botões, é preciso de mais pesquisas para controlar também estas”, diz.

 

Castilho enfatiza que as pesquisas para o desenvolvimento de novas ferramentas biológicas de controle têm aumentado cada vez mais. Para isso o apoio das agências de fomento à pesquisa científica e tecnológica do país, como FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) e CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) tem sido muito importante. “A tendência é que o controle biológico seja uma alternativa cada vez mais necessária e usada pelos agricultores. Com certeza, podemos afirmar que é a vez do controle biológico de pragas no Brasil”, finaliza.

 


Matéria exclusiva publicada pelo Portal Promip em 08 de junho de 2016.

 

 
 
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