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2017-02-22
Ácaro quarentenário para o Brasil é encontrado no Rio Grande do Sul
 
 
O Estado é uma das principais portas de entrada para pragas no país
 

Foto: Scott Justis (2009)

O processo de invasão do Brasil por novas pragas é um assunto recorrente. E não é por menos: de 1850 até hoje, cerca de 350 organismos de importância agrícola vindos de outras partes do mundo foram detectados e, salvo raras exceções, se instalaram em nossas plantações. Destas, cerca de metade foram detectadas nos últimos 20 anos, resultado do aumento do comércio e do turismo internacionais.

Esta é uma biodiversidade indesejada, com impactos não só para os agroecossistemas como também para os ecossistemas nativos. Por isso, quando uma detecção ocorre e são adotadas medidas para erradicação ou contenção, o país consegue preservar um patrimônio importante, que é seu status fitossanitário. É o caso, por exemplo, da erradicação da Cydia pomonella no sul do Brasil anunciada em 2014 [1]. Esse programa colocou o país em destaque como o único país do mundo a erradicar esta praga.

Entretanto, nem tudo são flores e o Rio Grande do Sul destaca-se como o segundo estado em número de novas detecções no Brasil, com 20 espécies. A proximidade com o Cone Sul e o intenso fluxo de pessoas e mercadorias certamente colaboram para esse status indesejado. O relato mais recente foi publicado na edição de fevereiro de 2017 na revista Proceedings of the Entomological Society of Washington: trata-se do ácaro Penthaleus major.

Ele é uma praga de poáceas como aveia, pastagens, cevada e trigo e seu impacto é maior quando o ataque acontece a plantas jovens. Sua distribuição estende-se pelos cinco continentes. Na América do Sul, era conhecido apenas na Argentina e é regulamentado pelo Brasil como praga quarentenária ausente [2]. Sua descoberta no Brasil foi feita por uma equipe de pesquisadores em 2009 no município de André da Rocha, na região nordeste do RS.

Portanto, produtores das culturas hospedeiras devem estar atentos ao aparecimento de sintomas (prateamento das folhas) e à presença da praga em suas lavouras (principalmente na base da planta). O diagnóstico pode ser feito por laboratórios credenciados pelo MAPA e, por se tratar de praga quarentenária, a detecção em novas áreas deve ser comunicada às autoridades competentes.

 


Fonte: DefesaVegetal

 
 
 
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Ácaro quarentenário para o Brasil é encontrado no Rio Grande do Sul
O Estado é uma das principais portas de entrada para pragas no país
2017-02-22

Foto: Scott Justis (2009)

O processo de invasão do Brasil por novas pragas é um assunto recorrente. E não é por menos: de 1850 até hoje, cerca de 350 organismos de importância agrícola vindos de outras partes do mundo foram detectados e, salvo raras exceções, se instalaram em nossas plantações. Destas, cerca de metade foram detectadas nos últimos 20 anos, resultado do aumento do comércio e do turismo internacionais.

Esta é uma biodiversidade indesejada, com impactos não só para os agroecossistemas como também para os ecossistemas nativos. Por isso, quando uma detecção ocorre e são adotadas medidas para erradicação ou contenção, o país consegue preservar um patrimônio importante, que é seu status fitossanitário. É o caso, por exemplo, da erradicação da Cydia pomonella no sul do Brasil anunciada em 2014 [1]. Esse programa colocou o país em destaque como o único país do mundo a erradicar esta praga.

Entretanto, nem tudo são flores e o Rio Grande do Sul destaca-se como o segundo estado em número de novas detecções no Brasil, com 20 espécies. A proximidade com o Cone Sul e o intenso fluxo de pessoas e mercadorias certamente colaboram para esse status indesejado. O relato mais recente foi publicado na edição de fevereiro de 2017 na revista Proceedings of the Entomological Society of Washington: trata-se do ácaro Penthaleus major.

Ele é uma praga de poáceas como aveia, pastagens, cevada e trigo e seu impacto é maior quando o ataque acontece a plantas jovens. Sua distribuição estende-se pelos cinco continentes. Na América do Sul, era conhecido apenas na Argentina e é regulamentado pelo Brasil como praga quarentenária ausente [2]. Sua descoberta no Brasil foi feita por uma equipe de pesquisadores em 2009 no município de André da Rocha, na região nordeste do RS.

Portanto, produtores das culturas hospedeiras devem estar atentos ao aparecimento de sintomas (prateamento das folhas) e à presença da praga em suas lavouras (principalmente na base da planta). O diagnóstico pode ser feito por laboratórios credenciados pelo MAPA e, por se tratar de praga quarentenária, a detecção em novas áreas deve ser comunicada às autoridades competentes.

 


Fonte: DefesaVegetal

 
 
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