x
 INSTITUCIONAL
 PRODUTOS
 SERVIÇOS
 EXCLUSIVO
 ARTIGOS
 IMPRENSA
 AGRICULTURA
 MIP
 +55 19 99695-2666
x
NEOMIP MAX
MACROMIP MAX
STRATIOMIP
TRICHOMIP-P
TRICHOMIP-G
Eficácia e Praticabilidade Agronômica
Estudos de Resíduos Químicos
MIP
Seletividade (Organismos Não Alvo)
Menu E-Commerce Busca
 
 

Você está em: Imprensa

 
 
 
 
2017-09-26
Soltura de vespas diminui população de psilídeo onde não há controle químico
 
 
Elas são inimigas naturais do inseto transmissor do greening
 


Controle biológico é adotado em áreas que não recebem controle químico (Foto: Fundo de Defesa da Citricultura)

O grande potencial destrutivo do greening e sua chegada aos pomares brasileiros, em 2004, motivou o desenvolvimento de inúmeros estudos sobre a praga pelo Fundo de Defesa da Citricultura (Fundecitrus), instituição reconhecida internacionalmente na produção de conhecimento para a sustentabilidade do setor citrícola.

Apesar do manejo do greening realizado pelos citricultores em suas propriedades, áreas adjacentes com plantas de citros e murtas que não recebiam as pulverizações recomendadas para o controle do inseto transmissor da praga, atraiam psilídeos e comprometiam a ação dos produtores na luta contra o avanço das doenças nos pomares.

Em 2015, o Fundecitrus inaugurou seu laboratório de Controle Biológico, uma biofábrica de criação da vespinha Tamarixia radiata, inimigo natural do psilídeo, que realiza seu controle biológico em áreas com laranjeiras, limoeiros, pés de tangerina e murtas que não têm controle químico, como pomares abandonados, espaços urbanos, chácaras e sítios. Os locais são determinados pelo sistema de Alerta Fitossanitário do Fundecitrus, que monitora a população de psilídeo no parque citrícola de São Paulo e Minas Gerais.

A Tamarixia radiata utiliza as ninfas de psilídeo para se reproduzir, matando-as no processo. Cada vespa pode eliminar até 500 ninfas. A liberação no meio ambiente não causa desequilíbrio ecológico, uma vez que a vespinha não atinge outras espécies de inseto ou plantas. “O objetivo do Fundecitrus é contribuir com o manejo sustentável do greening, proporcionando um meio natural de reduzir a população de psilídeo e, consequentemente, diminuir a necessidade de pulverizações nos pomares”, afirma a bióloga Ana Carolina Pires Veiga, responsável pelo laboratório.

Em fevereiro de 2017, o Fundecitrus ultrapassou a marca de 1 milhão de vespinhas liberadas em 734 propriedades, abrangendo 4789 hectares.

#unidoscontraogreening

Você tem pés de laranjeira, limão, tangerina ou murtas em sua casa, sítio ou chácara? Confira como contribuir para o controle do greening, inclusive na área urbana, acessando #unidoscontraogreening: como ajudar?

 

#unidoscontraogreening (Foto: Funda de Defesa da Citricultura)


Fonte: G1

 
 
 
voltar para home
 
Soltura de vespas diminui população de psilídeo onde não há controle químico
Elas são inimigas naturais do inseto transmissor do greening
2017-09-26


Controle biológico é adotado em áreas que não recebem controle químico (Foto: Fundo de Defesa da Citricultura)

O grande potencial destrutivo do greening e sua chegada aos pomares brasileiros, em 2004, motivou o desenvolvimento de inúmeros estudos sobre a praga pelo Fundo de Defesa da Citricultura (Fundecitrus), instituição reconhecida internacionalmente na produção de conhecimento para a sustentabilidade do setor citrícola.

Apesar do manejo do greening realizado pelos citricultores em suas propriedades, áreas adjacentes com plantas de citros e murtas que não recebiam as pulverizações recomendadas para o controle do inseto transmissor da praga, atraiam psilídeos e comprometiam a ação dos produtores na luta contra o avanço das doenças nos pomares.

Em 2015, o Fundecitrus inaugurou seu laboratório de Controle Biológico, uma biofábrica de criação da vespinha Tamarixia radiata, inimigo natural do psilídeo, que realiza seu controle biológico em áreas com laranjeiras, limoeiros, pés de tangerina e murtas que não têm controle químico, como pomares abandonados, espaços urbanos, chácaras e sítios. Os locais são determinados pelo sistema de Alerta Fitossanitário do Fundecitrus, que monitora a população de psilídeo no parque citrícola de São Paulo e Minas Gerais.

A Tamarixia radiata utiliza as ninfas de psilídeo para se reproduzir, matando-as no processo. Cada vespa pode eliminar até 500 ninfas. A liberação no meio ambiente não causa desequilíbrio ecológico, uma vez que a vespinha não atinge outras espécies de inseto ou plantas. “O objetivo do Fundecitrus é contribuir com o manejo sustentável do greening, proporcionando um meio natural de reduzir a população de psilídeo e, consequentemente, diminuir a necessidade de pulverizações nos pomares”, afirma a bióloga Ana Carolina Pires Veiga, responsável pelo laboratório.

Em fevereiro de 2017, o Fundecitrus ultrapassou a marca de 1 milhão de vespinhas liberadas em 734 propriedades, abrangendo 4789 hectares.

#unidoscontraogreening

Você tem pés de laranjeira, limão, tangerina ou murtas em sua casa, sítio ou chácara? Confira como contribuir para o controle do greening, inclusive na área urbana, acessando #unidoscontraogreening: como ajudar?

 

#unidoscontraogreening (Foto: Funda de Defesa da Citricultura)


Fonte: G1

 
 
voltar

 
© 2017 PROMIP. Todos os direitos reservados.
Desenvolvido por Sopa de Ideias
 
10 anos de PROMIP
FICOU INTERESSADO EM NOSSAS SOLUÇÕES?
FALE COM A PROMIP
Nome: E-mail: Mensagem:
Linkedin Facebook Instagram Youtube
Voltar
© 2017 PROMIP.
Todos os direitos reservados.
Desenvolvido por Sopa de Ideias