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2017-11-08
Em curso para certificação em PIMo, PROMIP apresenta inovações para o controle do ácaro rajado
 
 

Realizado pela EMBRAPA (Empresa Brasileira de Pesquisa e Agropecuária), o curso de Formação de Responsáveis Técnicos e Auditores da Produção Integrada de Morango (PIMo) entre os dias 23 e 28 de outubro, em Jaguariúna/SP, reuniu 40 participantes, entre produtores, engenheiros agrônomos e outros interessados em receber a certificação em Produção Integrada.

O sistema de Produção Integrada é focado na adequação dos processos produtivos para a obtenção de produtos vegetais e de origem vegetais de qualidade e com níveis de agrotóxicos e contaminantes em conformidade com o que é estabelecido pela legislação.

A programação do curso, separou um dia em especial para tratar sobre a importância do controle biológico, dentro do Manejo Integrado de Pragas, no morangueiro. Com a Produção Integrada do Morango PIMo, a produção do morango evoluiu em todos campos: desde 2004 quando começou a ser difundida e trabalhada as Normas Técnicas Especificas houve a consolidação e organização das melhores e mais atuais respostas das ciências da terra para cada etapa do processo produtivo, o uso dos insumos foi otimizado, racionalizado e integrado a outros conjuntos de tecnologias.

“A base do manejo de pragas na PIMo é o monitoramento constante de pragas e de seus inimigos naturais e a utilização de todas as técnicas e métodos, de forma tão compatível quanto possível, visando manter a população de pragas-chave em níveis abaixo daqueles capazes de causar dano econômico”, explica a Dra. Maria Aparecida Zawadneak pesquisadora na área de Entomologia Agrícola, com ênfase no morangueiro na Universidade Federal do Paraná.

Benefícios do Controle Biológico no PIMo

Além do menor custo para o controle de pragas, a introdução de agentes de controle biológico não apresenta período de carência, fator importante, por se tratar de um fruto com colheita quase que diária. A adoção do controle biológico contribui para uma menor exposição do produtor aos agrotóxicos e ainda para a redução dos riscos de contaminação ambiental e de frutos.

“Na PIMo, há a geração de morangos de alta qualidade, seguros e sustentáveis sob os aspectos ambiental, social e econômico”, reitera Maria Aparecida.

O morango está entre as culturas que mais se utiliza agrotóxicos para o controle de pragas, logo, o controle biológico é uma das principais alternativas de manejo de insetos e ácaros pragas bem como de doenças para que haja uma produção mais limpa e sustentável, conforme o Dr. Marcos Botton, da EMBRAPA Uva e Vinho.

“Devido as características desse sistema de produção, ambiente protegido, cultura de consumo in natura, demanda por produtos "livres" de contaminação química, o controle biológico passa a ser uma das prioridades para o manejo de insetos pragas e doenças, seja para manejar populações resistentes aos agrotóxicos sintéticos bem como para controlar insetos e ácaros pragas visando a produção de alimentos com ‘resíduo zero’”, afirma.

O CEO da PROMIP, Marcelo Poletti, foi um dos ministrantes do curso, falando sobre o manejo do ácaro rajado nos morangueiros e apresentando as soluções desenvolvidas pela empresa em controle biológico. A PROMIP, considerada a primeira biofábrica do Brasil, tem em sua linha de produtos dois agentes biológicos de controle ao ácaro rajado: o NEOMIP Max e o MACROMIP Max.

Na sede da EMBRAPA Meio Ambiente, em Jaguariúna (da esquerda para direita): Luiz Guilherme R. Wadt (Embrapa Meio Ambiente), Adriane Bortolozzo (Consultora), Volnei Pauletti (Universidade Federal do Paraná), Maria Aparecida Cassilha Zawadneak (Universidade Federal do Paraná), Fagoni Fayer Calegario (Embrapa Meio Ambiente), Marcelo Poletti (Promip), Marcos Botton (Embrapa Uva e Vinho) e Nivea Maria Vicentini (Embrapa Gado de Leite).

Marcelo Poletti, CEO da PROMIP, faz sua apresentação durante o curso.

Marcelo Poletti apresenta os benefícios do uso de ácaros predadores no controle do ácaro rajado nas culturas de morango.

 
 
 
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Em curso para certificação em PIMo, PROMIP apresenta inovações para o controle do ácaro rajado
2017-11-08

Realizado pela EMBRAPA (Empresa Brasileira de Pesquisa e Agropecuária), o curso de Formação de Responsáveis Técnicos e Auditores da Produção Integrada de Morango (PIMo) entre os dias 23 e 28 de outubro, em Jaguariúna/SP, reuniu 40 participantes, entre produtores, engenheiros agrônomos e outros interessados em receber a certificação em Produção Integrada.

O sistema de Produção Integrada é focado na adequação dos processos produtivos para a obtenção de produtos vegetais e de origem vegetais de qualidade e com níveis de agrotóxicos e contaminantes em conformidade com o que é estabelecido pela legislação.

A programação do curso, separou um dia em especial para tratar sobre a importância do controle biológico, dentro do Manejo Integrado de Pragas, no morangueiro. Com a Produção Integrada do Morango PIMo, a produção do morango evoluiu em todos campos: desde 2004 quando começou a ser difundida e trabalhada as Normas Técnicas Especificas houve a consolidação e organização das melhores e mais atuais respostas das ciências da terra para cada etapa do processo produtivo, o uso dos insumos foi otimizado, racionalizado e integrado a outros conjuntos de tecnologias.

“A base do manejo de pragas na PIMo é o monitoramento constante de pragas e de seus inimigos naturais e a utilização de todas as técnicas e métodos, de forma tão compatível quanto possível, visando manter a população de pragas-chave em níveis abaixo daqueles capazes de causar dano econômico”, explica a Dra. Maria Aparecida Zawadneak pesquisadora na área de Entomologia Agrícola, com ênfase no morangueiro na Universidade Federal do Paraná.

Benefícios do Controle Biológico no PIMo

Além do menor custo para o controle de pragas, a introdução de agentes de controle biológico não apresenta período de carência, fator importante, por se tratar de um fruto com colheita quase que diária. A adoção do controle biológico contribui para uma menor exposição do produtor aos agrotóxicos e ainda para a redução dos riscos de contaminação ambiental e de frutos.

“Na PIMo, há a geração de morangos de alta qualidade, seguros e sustentáveis sob os aspectos ambiental, social e econômico”, reitera Maria Aparecida.

O morango está entre as culturas que mais se utiliza agrotóxicos para o controle de pragas, logo, o controle biológico é uma das principais alternativas de manejo de insetos e ácaros pragas bem como de doenças para que haja uma produção mais limpa e sustentável, conforme o Dr. Marcos Botton, da EMBRAPA Uva e Vinho.

“Devido as características desse sistema de produção, ambiente protegido, cultura de consumo in natura, demanda por produtos "livres" de contaminação química, o controle biológico passa a ser uma das prioridades para o manejo de insetos pragas e doenças, seja para manejar populações resistentes aos agrotóxicos sintéticos bem como para controlar insetos e ácaros pragas visando a produção de alimentos com ‘resíduo zero’”, afirma.

O CEO da PROMIP, Marcelo Poletti, foi um dos ministrantes do curso, falando sobre o manejo do ácaro rajado nos morangueiros e apresentando as soluções desenvolvidas pela empresa em controle biológico. A PROMIP, considerada a primeira biofábrica do Brasil, tem em sua linha de produtos dois agentes biológicos de controle ao ácaro rajado: o NEOMIP Max e o MACROMIP Max.

Na sede da EMBRAPA Meio Ambiente, em Jaguariúna (da esquerda para direita): Luiz Guilherme R. Wadt (Embrapa Meio Ambiente), Adriane Bortolozzo (Consultora), Volnei Pauletti (Universidade Federal do Paraná), Maria Aparecida Cassilha Zawadneak (Universidade Federal do Paraná), Fagoni Fayer Calegario (Embrapa Meio Ambiente), Marcelo Poletti (Promip), Marcos Botton (Embrapa Uva e Vinho) e Nivea Maria Vicentini (Embrapa Gado de Leite).

Marcelo Poletti, CEO da PROMIP, faz sua apresentação durante o curso.

Marcelo Poletti apresenta os benefícios do uso de ácaros predadores no controle do ácaro rajado nas culturas de morango.

 
 
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