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2018-03-19
Controle biológico é destaque em Painel sobre Inovações para o Cultivo do Arroz Orgânico
 
 

Palestra ministrada pelo Dr. Marcelo Poletti, Sócio Fundador e Diretor Presidente da PROMIP, é destaque em Painel sobre Inovações Tecnológicas e Insumos Agroecológicos em cultivo de arroz orgânico. Foto: PROMIP


De acordo com a Coordenação de Agroecologia (COAGRE), vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), em 2017 a produção orgânica brasileira ultrapassou a marca dos 750 mil hectares, com resultados muito superiores ao alcançados no ano anterior. Esse foi um dos fatos que contribuiu para que o Brasil fosse escolhido para sediar a III Conferência Internacional de Sistemas de Produção Orgânica de Arroz (ORP3 Brasil 2018), evento que aconteceu em Porto Alegre/RS entre os dias 13 e 16 de março. As edições anteriores da ORP3 aconteceram em 2012 e 2015 em Montpellier na França, e em Milão/Pávia na Itália.

“A ORP 3 pretende fortalecer as distintas artes sistemas de produção de arroz, compreendendo os processos locais, desde a produção, industrialização, distribuição e o consumo, através do intercâmbio cultural e científico das vivências e experiências do mundo do arroz entre os atores envolvidos, mercados e a sociedade em geral”, afirma a Dra. Neiva Knaak, do Instituto Rio Grandense do Arroz Irrigado (IRGA).

O evento reuniu 40 palestrantes de diversas nacionalidades (França, Itália, Índia, Estados Unidos, Uruguai, entre outros), além de brasileiros de diversos estados, entre eles o Dr. Marcelo Poletti, Sócio Fundador e Diretor Presidente da PROMIP, que foi convidado para abordar os avanços no uso de agentes macrobiológicos no cultivo do arroz orgânico no painel dedicado a Inovação Tecnológica e Insumos Agroecológicos.

 

Lavoura do agricultor Juarez Pereira, guardião de sementes, em Mariana Pimentel. Foto: Juarez Pereira/Divulgação


A Agricultura Orgânica é um sistema sustentável de agricultura que enfatiza o uso e a prática de manejo sem o uso de fertilizantes sintéticos. A PROMIP oferece tecnologias em Manejo Integrado de Pragas (MIP), utilizando agentes macrobiológicos (predadores e parasitoides) e microbiológicos (fungos, vírus, etc.) como solução sustentável para o controle das pragas-chaves no ambiente produtivo. Nos últimos anos a adesão por esse tipo de tecnologia tem aumentado abruptamente.

Nos últimos anos a adesão pelos produtos biológicos aumentou consideravelmente tanto em cultivos convencionais quanto em áreas de produção orgânica. Esse fato está ligado aos relatos cada vez mais frequentes da ineficiência de alguns agroquímicos utilizados nas áreas de produção convencional e devido a expansão da agricultura orgânica, que restringe e limita os insumos utilizados para o manejo de pragas em campo.

Na produção orgânica o controle biológico deve ser a estratégia central em programas de Manejo Integrado de Pragas, porém para que essa tática funcione de maneira eficiente em campo é fundamental que o agricultor conheça e reconheça as principais pragas-chave e seus inimigos naturais, bem como o momento certo para iniciar o controle em seu cultivo.

De acordo com Poletti, o custo de adoção do controle biológico é variável, mas os ganhos em comparação ao uso de produtos químicos são inúmeros.

"A aplicação dispensa o uso de EPI e de máquinas e não há risco de contaminação do aplicador e do ambiente. Essa economia de mão de obra pesa para o produtor".

 
 
 
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Controle biológico é destaque em Painel sobre Inovações para o Cultivo do Arroz Orgânico
2018-03-19

Palestra ministrada pelo Dr. Marcelo Poletti, Sócio Fundador e Diretor Presidente da PROMIP, é destaque em Painel sobre Inovações Tecnológicas e Insumos Agroecológicos em cultivo de arroz orgânico. Foto: PROMIP


De acordo com a Coordenação de Agroecologia (COAGRE), vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), em 2017 a produção orgânica brasileira ultrapassou a marca dos 750 mil hectares, com resultados muito superiores ao alcançados no ano anterior. Esse foi um dos fatos que contribuiu para que o Brasil fosse escolhido para sediar a III Conferência Internacional de Sistemas de Produção Orgânica de Arroz (ORP3 Brasil 2018), evento que aconteceu em Porto Alegre/RS entre os dias 13 e 16 de março. As edições anteriores da ORP3 aconteceram em 2012 e 2015 em Montpellier na França, e em Milão/Pávia na Itália.

“A ORP 3 pretende fortalecer as distintas artes sistemas de produção de arroz, compreendendo os processos locais, desde a produção, industrialização, distribuição e o consumo, através do intercâmbio cultural e científico das vivências e experiências do mundo do arroz entre os atores envolvidos, mercados e a sociedade em geral”, afirma a Dra. Neiva Knaak, do Instituto Rio Grandense do Arroz Irrigado (IRGA).

O evento reuniu 40 palestrantes de diversas nacionalidades (França, Itália, Índia, Estados Unidos, Uruguai, entre outros), além de brasileiros de diversos estados, entre eles o Dr. Marcelo Poletti, Sócio Fundador e Diretor Presidente da PROMIP, que foi convidado para abordar os avanços no uso de agentes macrobiológicos no cultivo do arroz orgânico no painel dedicado a Inovação Tecnológica e Insumos Agroecológicos.

 

Lavoura do agricultor Juarez Pereira, guardião de sementes, em Mariana Pimentel. Foto: Juarez Pereira/Divulgação


A Agricultura Orgânica é um sistema sustentável de agricultura que enfatiza o uso e a prática de manejo sem o uso de fertilizantes sintéticos. A PROMIP oferece tecnologias em Manejo Integrado de Pragas (MIP), utilizando agentes macrobiológicos (predadores e parasitoides) e microbiológicos (fungos, vírus, etc.) como solução sustentável para o controle das pragas-chaves no ambiente produtivo. Nos últimos anos a adesão por esse tipo de tecnologia tem aumentado abruptamente.

Nos últimos anos a adesão pelos produtos biológicos aumentou consideravelmente tanto em cultivos convencionais quanto em áreas de produção orgânica. Esse fato está ligado aos relatos cada vez mais frequentes da ineficiência de alguns agroquímicos utilizados nas áreas de produção convencional e devido a expansão da agricultura orgânica, que restringe e limita os insumos utilizados para o manejo de pragas em campo.

Na produção orgânica o controle biológico deve ser a estratégia central em programas de Manejo Integrado de Pragas, porém para que essa tática funcione de maneira eficiente em campo é fundamental que o agricultor conheça e reconheça as principais pragas-chave e seus inimigos naturais, bem como o momento certo para iniciar o controle em seu cultivo.

De acordo com Poletti, o custo de adoção do controle biológico é variável, mas os ganhos em comparação ao uso de produtos químicos são inúmeros.

"A aplicação dispensa o uso de EPI e de máquinas e não há risco de contaminação do aplicador e do ambiente. Essa economia de mão de obra pesa para o produtor".

 
 
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