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2018-03-07
Tecnologias para monitoramento e controle da broca-do-café
 
 

Hypothenemus hampei (Broca-do-café). (Foto: Cafe del Colombia)

A broca-do-café, cujo nome científico é Hypothenemus hampei, é um besouro (coleóptero) de pequeno porte de cor escura brilhante, cuja fêmea quando fecundada perfura o fruto do café e faz uma galeria no seu interior para postura de ovos, dos quais surgem as larvas que se alimentam das sementes (grãos de café). Os principais danos causados pela praga, em geral, são a queda prematura dos frutos nos estádios de chumbinho a verde aquoso e, ainda, a redução do peso dos grãos, o que diminui substancialmente o rendimento das lavouras.

Em decorrência da preocupação do setor cafeeiro com o ataque do Hypothenemus hampei, entidades do setor privado se uniram na elaboração de um material simples e inovador que orienta o manejo integrado da broca-do-café. Nesse contexto, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil – CNA está promovendo uma campanha de alerta aos cafeicultores, na qual destaca a importância do monitoramento e, se necessário, adoção de controles químico e/ou biológico, especialmente na fase produtiva da lavoura cafeeira que é caracterizada pela etapa da granação dos frutos. A CNA é uma das instituições privadas integrantes do Conselho Deliberativo da Política do Café – CDPC, do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento – Mapa.

Para tanto, a CNA elaborou a cartilha ‘12 FATOS IMPORTANTES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DA BROCA-DO-CAFÉ’, com apoio do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil – Cecafé, que tem por objetivo orientar o manejo da praga. Nesse sentido, a cartilha destaca que o monitoramento deve ser iniciado no estádio de maior infestação, que ocorre de 80 a 90 dias após a florada principal, momento em que a praga encontra-se em “período de trânsito”. Assim, a Confederação recomenda que o monitoramento seja feito mensalmente e, no caso de alta infestação, quinzenalmente. Nesse contexto, o controle é indicado caso o percentual de frutos brocados exceda a 3% pelo método de contagem. Já com base no método de amostragem por armadilha, o controle deverá ser feito caso seja verificada uma média de mais de 100 insetos adultos por armadilha, conforme descrito nos itens 4, 5 e 6 da cartilha.

Adicionalmente, segundo a cartilha da CNA, caso seja necessário controlar a praga, o método de controle químico deve ser realizado com produtos registrados oficialmente, que podem ser consultados no Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT) no portal do Mapa. Para realizar a escolha, deve-se priorizar o uso dos produtos com mais eficiência de controle, menor toxicidade e que ofereçam o menor impacto ao aplicador e meio ambiente. No caso de cafeicultores que não utilizam agroquímicos, a Confederação recomenda o uso da pulverização com Beauveria bassiana, fungo entomopatogênico que controla a broca. Em propriedades de pequeno porte, o controle da broca-do-café pode ser realizado por meio de armadilhas utilizando-se 30 armadilhas/ha, compostas de garrafas pet com uma solução atraente que deverá ser substituída a cada duas semanas, conforme prescrito no item 9 da cartilha - controle comportamental.

Em complemento a essas medidas, instituições do Consórcio Pesquisa Café também publicaram trabalhos técnicos que auxiliam a reduzir as condições favoráveis à proliferação do inseto, as quais já foram objeto de divulgação ‘Consórcio Pesquisa Café divulga tecnologias para auxiliar no controle dos efeitos nocivos da broca-do-café’, em 22-12-2017. Tal divulgação ressaltou as seguintes técnicas de manejo que auxiliam no controle da broca: colheita bem-feita; derriça de todos os frutos da planta, se possível com repasse; podas, quando necessárias; redução de áreas de sombra; e eliminação de lavouras com café abandonadas. E, mais ainda, deve-se ressaltar que lavouras abertas, arejadas, com boa penetração de luz diminuiem a umidade interna nos talhões, reduzindo as condições favoráveis à proliferação da broca. Leia a seguir síntese das referidas publicações/tecnologias disponíveis no Observatório do Café, do Consórcio Pesquisa Café, coordenado pela Embrapa Café.

Para saber mais sobre o monitoramento e controle da broca-do-café consulte as publicações técnico-científicas disponíveis no item ‘Consorciadas dispõem de tecnologias para monitoramento e controle da Broca-do-Café’ da página ‘Publicações sobre café e portfólio de tecnologias do Consórcio Pesquisa Café’ pelo link:

http://www.consorciopesquisacafe.com.br/index.php/publicacoes/637#s

Leia sobre a Evolução da cafeicultura brasileira nas últimas duas décadas:

http://www.sapc.embrapa.br/arquivos/consorcio/publicacoes_tecnicas/Consorcio-Embrapa-Cafe-Evolucao-24-1-2017.pdf


Fonte: Embrapa

 
 
 
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Tecnologias para monitoramento e controle da broca-do-café
2018-03-07

Hypothenemus hampei (Broca-do-café). (Foto: Cafe del Colombia)

A broca-do-café, cujo nome científico é Hypothenemus hampei, é um besouro (coleóptero) de pequeno porte de cor escura brilhante, cuja fêmea quando fecundada perfura o fruto do café e faz uma galeria no seu interior para postura de ovos, dos quais surgem as larvas que se alimentam das sementes (grãos de café). Os principais danos causados pela praga, em geral, são a queda prematura dos frutos nos estádios de chumbinho a verde aquoso e, ainda, a redução do peso dos grãos, o que diminui substancialmente o rendimento das lavouras.

Em decorrência da preocupação do setor cafeeiro com o ataque do Hypothenemus hampei, entidades do setor privado se uniram na elaboração de um material simples e inovador que orienta o manejo integrado da broca-do-café. Nesse contexto, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil – CNA está promovendo uma campanha de alerta aos cafeicultores, na qual destaca a importância do monitoramento e, se necessário, adoção de controles químico e/ou biológico, especialmente na fase produtiva da lavoura cafeeira que é caracterizada pela etapa da granação dos frutos. A CNA é uma das instituições privadas integrantes do Conselho Deliberativo da Política do Café – CDPC, do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento – Mapa.

Para tanto, a CNA elaborou a cartilha ‘12 FATOS IMPORTANTES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DA BROCA-DO-CAFÉ’, com apoio do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil – Cecafé, que tem por objetivo orientar o manejo da praga. Nesse sentido, a cartilha destaca que o monitoramento deve ser iniciado no estádio de maior infestação, que ocorre de 80 a 90 dias após a florada principal, momento em que a praga encontra-se em “período de trânsito”. Assim, a Confederação recomenda que o monitoramento seja feito mensalmente e, no caso de alta infestação, quinzenalmente. Nesse contexto, o controle é indicado caso o percentual de frutos brocados exceda a 3% pelo método de contagem. Já com base no método de amostragem por armadilha, o controle deverá ser feito caso seja verificada uma média de mais de 100 insetos adultos por armadilha, conforme descrito nos itens 4, 5 e 6 da cartilha.

Adicionalmente, segundo a cartilha da CNA, caso seja necessário controlar a praga, o método de controle químico deve ser realizado com produtos registrados oficialmente, que podem ser consultados no Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT) no portal do Mapa. Para realizar a escolha, deve-se priorizar o uso dos produtos com mais eficiência de controle, menor toxicidade e que ofereçam o menor impacto ao aplicador e meio ambiente. No caso de cafeicultores que não utilizam agroquímicos, a Confederação recomenda o uso da pulverização com Beauveria bassiana, fungo entomopatogênico que controla a broca. Em propriedades de pequeno porte, o controle da broca-do-café pode ser realizado por meio de armadilhas utilizando-se 30 armadilhas/ha, compostas de garrafas pet com uma solução atraente que deverá ser substituída a cada duas semanas, conforme prescrito no item 9 da cartilha - controle comportamental.

Em complemento a essas medidas, instituições do Consórcio Pesquisa Café também publicaram trabalhos técnicos que auxiliam a reduzir as condições favoráveis à proliferação do inseto, as quais já foram objeto de divulgação ‘Consórcio Pesquisa Café divulga tecnologias para auxiliar no controle dos efeitos nocivos da broca-do-café’, em 22-12-2017. Tal divulgação ressaltou as seguintes técnicas de manejo que auxiliam no controle da broca: colheita bem-feita; derriça de todos os frutos da planta, se possível com repasse; podas, quando necessárias; redução de áreas de sombra; e eliminação de lavouras com café abandonadas. E, mais ainda, deve-se ressaltar que lavouras abertas, arejadas, com boa penetração de luz diminuiem a umidade interna nos talhões, reduzindo as condições favoráveis à proliferação da broca. Leia a seguir síntese das referidas publicações/tecnologias disponíveis no Observatório do Café, do Consórcio Pesquisa Café, coordenado pela Embrapa Café.

Para saber mais sobre o monitoramento e controle da broca-do-café consulte as publicações técnico-científicas disponíveis no item ‘Consorciadas dispõem de tecnologias para monitoramento e controle da Broca-do-Café’ da página ‘Publicações sobre café e portfólio de tecnologias do Consórcio Pesquisa Café’ pelo link:

http://www.consorciopesquisacafe.com.br/index.php/publicacoes/637#s

Leia sobre a Evolução da cafeicultura brasileira nas últimas duas décadas:

http://www.sapc.embrapa.br/arquivos/consorcio/publicacoes_tecnicas/Consorcio-Embrapa-Cafe-Evolucao-24-1-2017.pdf


Fonte: Embrapa

 
 
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