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2018-04-18
Agricultores reconhecem na prática os benefícios do controle biológico no cultivo do pimentão
 
 

Em pouco tempo, os agentes biológicos controlaram diversas pragas em sua plantação em Pilar do Sul/SP - Eliton Krone 

O pimentão está entre as hortaliças mais plantadas no Brasil, ocupando uma área de aproximadamente 13 mil hectares entre plantio em campo aberto e estufas, com uma produção estimada em 350 mil toneladas de frutos.

No entanto, o uso intensivo de produtos químicos para o controle de pragas nesta cultura tem levado a uma série de problemas como a evolução da resistência de pragas as principais moléculas registradas para a cultura, além do excesso de resíduos químicos nos frutos comercializados “in natura”, apontamento que já foi feito por diversas vezes pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

Para mudar esta situação, os produtores estão buscando métodos sustentáveis para manejo de pragas, aplicando estratégias de Manejo Integrado de Pragas (MIP), com ênfase no monitoramento de pragas, através do uso de armadilhas especificas, e o controle biológico aplicado integrado ao uso de produtos seletivos.

“É de fundamental importância conciliar o uso do controle biológico no MIP na cultura do pimentão. Para isso, penso ser necessário implementar a cultura do monitoramento constante das pragas, com estabelecimento de níveis de controle e dano econômico para permitir o uso de defensivos apenas quando necessário e baseado nos dados obtidos nesses monitoramentos”, afirma o Entomologista e Pesquisador da Embrapa Hortaliças (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) Dr. Jorge Anderson Guimarães.

Segundo o Dr. Guimarães, tal ação evitaria o uso indiscriminado de agrotóxicos e evitaria a mortalidade de inimigos naturais que atuam na manutenção do equilíbrio biológico no agroecossistema.

“Nesse cenário, o controle biológico poderia ser usado para auxiliar na manutenção das pragas em equilíbrio e de forma inundativa ou massiva, quando estas saíssem do limiar de dano econômico”, disse.

Seletividade e o controle de pragas no pimentão

O MIP integra diferentes ferramentas para o manejo de pragas, dentre eles estão os defensivos e os agentes biológicos, que podem ser aplicados em conjunto, no entanto, é preciso atenção para o uso de defensivos seletivos.

A adoção de seletivos compatíveis com os inimigos naturais é fundamental para o sucesso do manejo de pragas em campo. Um produto seletivo é aquele que apresenta eficiência comprovada para o manejo da praga-alvo (≥ 80% de controle), e ao mesmo tempo, não afeta a sobrevivência e capacidade reprodutiva dos agentes biológicos em campo.

“É necessário intensificar os estudos na seletividade de defensivos para uso no MIP e avançar na resistência dos inimigos naturais aos inseticidas, a fim de maximizar sua utilização num cenário onde é necessário o uso das ferramentas químicas de manejo, como no pimentão”, diz Dr. Guimarães.

“Tudo isso, juntamente com um manejo cultural adequado, baseado no uso das Boas Práticas Agrícolas (BPAs) tem grande potencial para proporcionar um manejo eficiente e sustentável de pragas na cultura do pimentão no Brasil”, reitera o pesquisador.

Controle biológico no pimentão

Na fazenda de Eliton Krone, em Pilar do Sul/SP, região metropolitana de Sorocaba, havia uma grande epidemia de mosca-branca (Bemisia tabaci) e tripes (Frankliniella schultzei e Thrips palmii). Em fevereiro iniciou o manejo com controle biológico, utilizando o fungo entomopatológico Beauveria bassiana e o ácaro predador Stratiolaelaps scimitus (Stratiomip), ambos fabricados e comercializados pela PROMIP. Em pouco tempo os resultados mostraram-se favoráveis para o controle de diversas pragas.

“Tenho controlado bem a mosca-branca sem produto químico, apenas com a Beauveria e o tripes com o Stratiomip, aliando também o monitoramento. Em pouco tempo, percebi a planta e o fruto mais bonito, me surpreendeu” afirma.

Segundo Krone, outra vantagem é a economia gerada devido à redução no uso defensivos agrícolas. Dados da Embrapa afirmam que um MIP bem estruturado pode reduzir o custo de defensivos agrícolas em até 30 dólares por hectare.

“Antes usava só defensivos químicos, com o qual o gasto era maior e não conseguíamos controlar a praga, agora estamos conseguindo, economizando dinheiro com menos pulverizações e produzindo um produto de mais qualidade”, disse.

Esta é também a opinião de Eduardo Amaro de São Miguel Arcanjo, cidade há 30km de Pilar do Sul, produtor de pimentão em estufa.

Eduardo utilizou pela primeira vez o Stratiomip para controle de tripes e costumava usar agroquímicos, 2 a 3 vezes. Hoje o agricultor afirma que reduziu para apenas uma aplicação por semana.

“Há algum tempo ouço falar do controle biológico, passei a utilizar e estou satisfeito com a economia e com o controle da praga, se fosse com o químico ficaria o dobro mais caro. Às vezes eu nem preciso fazer aplicação de defensivos” disse.

Além da economia, a melhora no fruto fez de Eduardo um entusiasta do controle biológico.

“Alguns produtores têm receio de utilizar (o controle biológico), mas eu afirmo que é bom pois eu usei e comprovei, se continuar dessa forma vou economizar bastante. Em outras culturas que planto na minha área eu ainda tenho usado defensivo, mas pretendo utilizar apenas biológicos daqui para frente”, finaliza.

Eduardo Amaro, de São Miguel Arcanjo sobre o controle biológico: “eu usei e comprovei”

 
 
 
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Agricultores reconhecem na prática os benefícios do controle biológico no cultivo do pimentão
2018-04-18

Em pouco tempo, os agentes biológicos controlaram diversas pragas em sua plantação em Pilar do Sul/SP - Eliton Krone 

O pimentão está entre as hortaliças mais plantadas no Brasil, ocupando uma área de aproximadamente 13 mil hectares entre plantio em campo aberto e estufas, com uma produção estimada em 350 mil toneladas de frutos.

No entanto, o uso intensivo de produtos químicos para o controle de pragas nesta cultura tem levado a uma série de problemas como a evolução da resistência de pragas as principais moléculas registradas para a cultura, além do excesso de resíduos químicos nos frutos comercializados “in natura”, apontamento que já foi feito por diversas vezes pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

Para mudar esta situação, os produtores estão buscando métodos sustentáveis para manejo de pragas, aplicando estratégias de Manejo Integrado de Pragas (MIP), com ênfase no monitoramento de pragas, através do uso de armadilhas especificas, e o controle biológico aplicado integrado ao uso de produtos seletivos.

“É de fundamental importância conciliar o uso do controle biológico no MIP na cultura do pimentão. Para isso, penso ser necessário implementar a cultura do monitoramento constante das pragas, com estabelecimento de níveis de controle e dano econômico para permitir o uso de defensivos apenas quando necessário e baseado nos dados obtidos nesses monitoramentos”, afirma o Entomologista e Pesquisador da Embrapa Hortaliças (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) Dr. Jorge Anderson Guimarães.

Segundo o Dr. Guimarães, tal ação evitaria o uso indiscriminado de agrotóxicos e evitaria a mortalidade de inimigos naturais que atuam na manutenção do equilíbrio biológico no agroecossistema.

“Nesse cenário, o controle biológico poderia ser usado para auxiliar na manutenção das pragas em equilíbrio e de forma inundativa ou massiva, quando estas saíssem do limiar de dano econômico”, disse.

Seletividade e o controle de pragas no pimentão

O MIP integra diferentes ferramentas para o manejo de pragas, dentre eles estão os defensivos e os agentes biológicos, que podem ser aplicados em conjunto, no entanto, é preciso atenção para o uso de defensivos seletivos.

A adoção de seletivos compatíveis com os inimigos naturais é fundamental para o sucesso do manejo de pragas em campo. Um produto seletivo é aquele que apresenta eficiência comprovada para o manejo da praga-alvo (≥ 80% de controle), e ao mesmo tempo, não afeta a sobrevivência e capacidade reprodutiva dos agentes biológicos em campo.

“É necessário intensificar os estudos na seletividade de defensivos para uso no MIP e avançar na resistência dos inimigos naturais aos inseticidas, a fim de maximizar sua utilização num cenário onde é necessário o uso das ferramentas químicas de manejo, como no pimentão”, diz Dr. Guimarães.

“Tudo isso, juntamente com um manejo cultural adequado, baseado no uso das Boas Práticas Agrícolas (BPAs) tem grande potencial para proporcionar um manejo eficiente e sustentável de pragas na cultura do pimentão no Brasil”, reitera o pesquisador.

Controle biológico no pimentão

Na fazenda de Eliton Krone, em Pilar do Sul/SP, região metropolitana de Sorocaba, havia uma grande epidemia de mosca-branca (Bemisia tabaci) e tripes (Frankliniella schultzei e Thrips palmii). Em fevereiro iniciou o manejo com controle biológico, utilizando o fungo entomopatológico Beauveria bassiana e o ácaro predador Stratiolaelaps scimitus (Stratiomip), ambos fabricados e comercializados pela PROMIP. Em pouco tempo os resultados mostraram-se favoráveis para o controle de diversas pragas.

“Tenho controlado bem a mosca-branca sem produto químico, apenas com a Beauveria e o tripes com o Stratiomip, aliando também o monitoramento. Em pouco tempo, percebi a planta e o fruto mais bonito, me surpreendeu” afirma.

Segundo Krone, outra vantagem é a economia gerada devido à redução no uso defensivos agrícolas. Dados da Embrapa afirmam que um MIP bem estruturado pode reduzir o custo de defensivos agrícolas em até 30 dólares por hectare.

“Antes usava só defensivos químicos, com o qual o gasto era maior e não conseguíamos controlar a praga, agora estamos conseguindo, economizando dinheiro com menos pulverizações e produzindo um produto de mais qualidade”, disse.

Esta é também a opinião de Eduardo Amaro de São Miguel Arcanjo, cidade há 30km de Pilar do Sul, produtor de pimentão em estufa.

Eduardo utilizou pela primeira vez o Stratiomip para controle de tripes e costumava usar agroquímicos, 2 a 3 vezes. Hoje o agricultor afirma que reduziu para apenas uma aplicação por semana.

“Há algum tempo ouço falar do controle biológico, passei a utilizar e estou satisfeito com a economia e com o controle da praga, se fosse com o químico ficaria o dobro mais caro. Às vezes eu nem preciso fazer aplicação de defensivos” disse.

Além da economia, a melhora no fruto fez de Eduardo um entusiasta do controle biológico.

“Alguns produtores têm receio de utilizar (o controle biológico), mas eu afirmo que é bom pois eu usei e comprovei, se continuar dessa forma vou economizar bastante. Em outras culturas que planto na minha área eu ainda tenho usado defensivo, mas pretendo utilizar apenas biológicos daqui para frente”, finaliza.

Eduardo Amaro, de São Miguel Arcanjo sobre o controle biológico: “eu usei e comprovei”

 
 
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